Computação nas Nuvens: O futuro, segundo o Google!

maio 21, 2008 at 14:47 Deixe um comentário

André Silva, Sinézio Henrique, Casele Henrique
andrelucas@hotmail.it , sinezio_henrique@msn.com , caselevalentim@hotmail.com ,
Metodologia de pesquisa – André Amarante
Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá

SOBRENOME, Nome do autor. Computação nas Nuvens: O futuro, segundo o Google! Rio de Janeiro: Globo Comunicação e Participações S.A., 2008. 1.

Para uns, uma tecnologia revolucionária; para outros, motivo de preocupação. Assim nasce o conceito de computação nas nuvens. Segundo uma matéria jornalística veiculada na Rede Globo de Televisão, em seu jornal noturno e depois em seu site oficial. O Google estuda com olhar messiânico um sistema que visa baratear o computador pessoal e elevar o grau de mobilidade e portabilidade do usuário.

O conceito é simples; segundo a assessoria de imprensa da própria Google, “Na sua casa, só um teclado, um mouse e um monitor – ou qualquer aparelho parecido. O PC será apenas um chip ligado à internet, a “grande nuvem” de computadores. (…) As fotos da família, os vídeos, a planilha com as contas da empresa, os textos(…) Você acessa seus dados de qualquer computador, em qualquer lugar. E mais do que isso: os programas também ficam nas nuvens. Você recebe em sua tela o processador de textos, o editor de fotografias, enfim, o software que bem entender.”

“Eu diria que o computador do futuro é a internet. Hoje, se você tem um problema no computador, está tudo perdido, é terrível. Mas, com a computação nas nuvens, não importa se você usa o celular, o computador ou qualquer outro aparelho, tudo estará guardado na internet”, acredita o presidente do Google, Eric Schmidt.

Porém, há controvérsias, segundo Richard Stallman, criador do conceito GNU e importante hacker das décadas de 70 e 80, “…você está confiando seus dados pessoais, íntimos e intransferíveis a uma empresa que, a rigor, não tem nenhuma responsabilidade final sobre eles. Leia a licença. São todas igualmente no estilo ‘tirando da reta’.

Carlos Cardoso, um estudioso que já publico vários livros sobre tecnologias de web, ressalta vários outros problemas desse conceito da Google, entre eles, a conexão de internet disponível em nosso país; enquanto no Japão e nos EUA se chega aos 100Mb/s com facilidade, no Brasil você precisa se humilhar ao telefone para conseguir 1Mb/s com qualidade. Imagine alguém utilizando um editor de vídeo com essa tecnologia, praticamente impossível. Ele também alerta para a segurança de nossos dados, a segurança na internet precisa evoluir muito, para que se possa confiar todos os seus arquivos num servidor.

“Nos Estados Unidos o tráfego online aumenta em 50% a cada ano. Na Inglaterra, nos últimos 12 meses o acesso a sites de vídeo aumentou em 178%. Ou a infra-estrutura da Internet é repensada, investimentos pesados são feitos, ou então teremos filmes incríveis, web interativa fantástica, e tempo de resposta de linha discada.” (Carlos Cardoso – 2008)

O conceito é lindo e eu diria até filantrópico, imagine as crianças da áfrica utilizando todos os recursos que a informática oferece, mas será que eles tem internet lá?

Referências Bibliográficas

Globo Comunicação e Participações S.A. Por dentro do Google.

http://jg.globo.com/JGlobo/0,19125,VVJ0-2756-321620,00.html

CARDOSO, Carlos. O Stallman está certo: Programa tem que rodar na máquina.

http://www.meiobit.com/o_stallman_est_certo_programa_tem_que_rodar_na_m_quina

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